RóiDa de Conversa #1 | 29 de Julho de 2017 | 16h | Parque da Quinta das Conchas e dos Lilases | Lumiar – Lisboa

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O colectivo Rata Dentata organizará a RóiDa de Conversa #1 no próximo sábado, dia 29, a partir das 16h, no Parque da Quinta das Conchas e dos Lilases, no Lumiar, em Lisboa. Esta primeira sessão incluirá uma discussão sobre o artigo “Veganismo gordofóbico e a cultura da dieta”, da Jauría zine, bem como uma breve introdução ao livro “La Cerda Punk: Ensayos desde un feminismo gordo, lésbiko, antikapitalista & antiespecista”, de constanzx alvarez castillo. Está prevista ainda a apresentação do manual de apoio a presxs políticxs (tradução a partir da Anarchist Black Cross e Black Pigeons Collective), assim como a redacção de cartas de apoio a presxs políticxs.

A RóiDa de Conversa é um espaço horizontal destinado à discussão crítica sobre diferentes tipos de materiais (e.g., artigos, zines, livros, folhetos, etc.), elaborados por colectivos autónomos politicamente engajados e/ou activistas com identidades e corporalidades dissidentes, sobre transfeminismo, (anti)especismo, libertação animal, anarco-queer, interseccionalidade, descolonialidades, anti-capitalismo, entre outros. Estas conversas insuRRÁticas pretendem fomentar co-aprendizagens críticas sobre poder/opressão/resistência e a co-construção de contra-narrativas, bem como o desenvolvimento de ferramentas políticas que contribuam para desmantelar o(s) privilégio(s) (branco, cis, de classe, de espécie, etc.), combater a violência epistémica, descolonizar as práticas, (re)pensar a subversão e a transformação social.

(i) Condições de acessibilidade:
Se as condições meteorológicas forem favoráveis, as actividades serão desenvolvidas ao ar livre no Parque da Quinta das Conchas e dos Lilases, situado no Lumiar em Lisboa. Para quem vai de carro, o acesso está facilitado, sendo que existem vários locais para estacionamento nas adjacências. Para quem vai de transportes públicos, é possível sair na paragem de metro com o mesmo nome – Quinta das Conchas – na Linha Amarela, havendo elevadores e escadas para o acesso à superfície. Da saída do metro até ao Parque vão cerca de 300 metros planos pela estrada ou pelo passeio (em Calçada Portuguesa). No local há 2 restaurantes com sala interior, esplanada e casa-de-banho com fraldário e adaptada a cadeirantes. O Parque é atravessado por caminhos com pouca elevação, em alcatrão ou passadiço em madeira/pedra, existindo vários chafarizes, bancos, mesas e zonas de sombra e lazer para adultos e crianças.
https://goo.gl/maps/kyVXqPcv57L2

Os documentos de trabalho estarão disponíveis, impressos, em castelhano e português.

Ilustração:  Fisión Ciruja 

Mais info:
Fb event page: https://www.facebook.com/events/433845053680773
Fb page: https://www.facebook.com/ratadentata/
Email: ratadentata@riseup.net
Blog: https://ratadentata.wordpress.com/

RatizaSOM | 01.07.2017 | Pride Porto

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/// Variedades anti-Sistema. Putação musical. Descanonização. Armação. Beat’n’Clit. Hard-Whore. Soft-Pot. Junk. Desclássica. Letal. Pazz. Transgressive. Saphoric. Transditional. Fock. Laundry. ///.

1,2,3, som, RatizaSOM!

Das entranhas fustigadas
Vomita os cânones e normas
Se comes vibes politizadas
Caga p’rás festas mornas!

Roçaroçaroçaroçaroçaroça – a anca saborosa
Rataratarataratarata o rei e a garrafa,
Róiróiróiróirói aquilo que te destrói!

E vem fazer barulho
p’rá Festa do Orgulho:

Xau Xau, binarismo de género!

Jantar + Doc. sobre Audre Lorde + Conversa | 16.06.2017 | CCL – Almada

Na próxima sexta-feira, dia 16, a partir das 20h, no Centro de Cultura Libertária, em Almada, o colectivo Rata Dentata organizará um conjunto de actividades. Após a realização de um jantar vegano, será exibido o documentário “Audre Lorde – The Berlin Years 1984 to 1992”, de Dagmar Schultz (Alemanha, 2012, 79’), que aborda a influência de Lorde na cena política e cultural alemã, no empoderamento das mulheres afro-alemãs e no questionamento do privilégio branco.
IMG_2017-06-12 12:28:32A exibição do documentário será seguida de uma roda de conversa que pretende constituir um espaço de (auto-)crítica sobre as narrativas hegemónicas brancas que têm invisibilizado identidades, corporalidades e lugares de outridade nas histórias/lutas feministas e queers; de partilha de experiências de aprendizagem com os feminismos negros ao nível das micro- e macro-políticas; e de reflexão sobre a importância dos feminismos negros para a acção política transfeminista, a resistência queer, as práticas anarquistas, entre outros.

16.06.2017 | Centro de Cultura Libertária | Almada
20h00 | Jantar vegano*
21h30 | Exibição do documentário “Audre Lorde – The Berlin Years 1984 to 1992” (Dagmar Schultz, Alemanha, 2012, 79’)
23h00 | Roda de conversa
* Contributo livre. Sugestão: 3,50.

(i) Condições de acessibilidade:
Para chegar a Cacilhas a partir de Lisboa é possível apanhar o barco no Cais do Sodré ou o comboio da Fertagus que inicia viagem em Roma/Areeiro, e depois fazer o transbordo para o Metro Sul do Tejo. Todos estes transportes estão devidamente adaptados para acolher cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Da estação intermodal de Cacilhas até ao Centro de Cultura Libertária vão cerca de 350 metros com uma inclinação ligeira e em piso aderente suave (Rua Cândido Reis).
Se houver condições meteorológicas favoráveis, as actividades serão desenvolvidas ao ar livre junto à entrada do CCL no rés-do-chão; contudo, é de ressalvar que a WC fica no 2º piso, cujo acesso se faz por escadas íngremes num corredor estreito, não existindo elevador, e que não dispõe de barras laterais de segurança nem permite a manobrabilidade de cadeiras de rodas, por exemplo. Existe, porém, uma WC pública com condições de acessibilidade na estação intermodal de Cacilhas e em alguns restaurantes da rua.
O jantar será isento de glúten, pelo que é adequado a celíacxs.

(ii) Lista solidária de apoio a presxs políticxs:
Durante estas actividades, estarão disponíveis zines, panfletos e outros materiais sobre (anti)especismo, carnismo, libertação animal, transfeminismo, anarco-queer, interseccionalidade, etc. Além disso, será disponibilizada uma Lista Solidária com informação sobre activistas que se encontram presxs actualmente, quer a nível nacional quer a nível internacional, e instruções sobre como lhes endereçar cartas de apoio.

Mais info:
Fb page: https://www.facebook.com/ratadentata/
Email: ratadentata@riseup.net
Blog: https://ratadentata.wordpress.com/

Ratatúlia #1: Diogo Martins | Centro de Vida Independente

unnamedDiogo Martins, do Centro de Vida Independente, será o convidado da primeira sessão da Ratatúlia sobre barreiras sociais e diversidade funcional, que decorrerá amanhã, dia 9, às 21h30, na Casa dos Direitos Sociais, em Lisboa.
A Ratatúlia é um espaço informal de diálogo, partilha de ideias e (co-)aprendizagens críticas, no qual se procurará interrogar as normas que regulam os nossos corpos, identidades, desejos, práticas e experiências; visibilizar o modo como as várias categorias que nos atravessam e se cruzam em nós (e.g., género, sexualidades, raça/etnia, diversidade funcional, classe, estatuto migratório, etc.) configuram os nossos contextos de privilégio e de opressão; fortalecer as políticas de aliança situadas e o agenciamento dxs activistas com identidades e corporalidades não-hegemónicas; (re)pensar a política (da dissidência), a subversão e a transformação social.

(i) Condições de acessibilidade:
Em termos de acessibilidade a pessoas com diversidade funcional, convém referir que a estação de metro da Bela Vista é a mais próxima do local, dispondo de elevadores para a superfície. Da saída do metro até à Casa dos Direitos Sociais a distância é de cerca de 650 metros. Existem ainda autocarros da Carris acessíveis (208, 755 e 794), bem como um parque de estacionamento no lado oposto à Casa dos Direitos Sociais.
O espaço desta actividade apresenta alguns ressaltos, de até 2cm, e uma rampa com uma inclinação um pouco exagerada, mas compensa para a distância, são uns 10cm de rampa. Existe uma casa de banho adaptada, embora seja pequena para quem necessite de mais espaço de manobra.

Mais info:
Fb event page: https://www.facebook.com/events/174500326416720/
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Transfeminismo & Anti-especismo | 02.06.2017 | GAIA – Lisboa

O colectivo Rata Dentata organiza na próxima sexta-feira, dia 2, a partir das 20h, no GAIA, em Lisboa, um conjunto de iniciativas não-mistas sobre as intersecções entre o transfeminismo e o anti-especismo. Estas actividades decorrem no âmbito da preparação para a Concentração pela Abolição dos Matadouros, que se realizará no próximo sábado, dia 3, às 15h30, na Praça de Luís de Camões, na mesma cidade, com o objectivo de denunciar todas as formas de exploração dxs chamadxs “animais de consumo” e de combater a violência especista.
Disgraça-4Após a realização de um jantar benefit vegano, será exibido um vídeo de apresentação do colectivo “Jauría”, do Estado Espanhol, que actua politicamente a partir da articulação entre o transfeminismo e a luta pela libertação animal. Será ainda projectado o teaser do documentário “MUTA”, que está a ser produzido no Estado Espanhol e no qual se abordam o transfeminismo e o anti-especismo.
A apresentação dos vídeos será seguida de uma conversa sobre as intersecções entre o transfeminismo e o anti-especismo. O que é o anti-especismo? De que forma é que a opressão das corporalidades não-hegemónicas (das mulheres, das pessoas trans, das pessoas queer, das pessoas não-binárias, etc.) e a opressão dxs animais não-humanxs estão interligadas? Porque é que a luta anti-especista é uma luta transfeminista? Porquê a necessidade de uma abordagem transfeminista na luta anti-especista? Qual é o seu potencial político? Estas serão algumas das questões sobre as quais se procurará reflectir num espaço horizontal de intercâmbio e de co-aprendizagens críticas.
Estas actividades serão não-mistas, ou seja, excluem homens cishetero e são apenas abertas a mulheres, cis e trans, pessoas queer, pessoas não-binárias e outras identidades e corporalidades dissidentes. Esta escolha surge da necessidade de se construir processos de libertação e de emancipação que sejam agenciados pelxs próprixs oprimidxs, assim como de criar espaços onde estas pessoas possam definir as suas narrativas, significados e contra-discursos, e partilhar as suas vivências sem serem confrontadxs com (micro-)agressões e tentativas de silenciamento, interrupção, monopolização e assimilação.
Durante estas acções, estarão disponíveis zines, panfletos e outros materiais sobre (anti)especismo, carnismo, libertação animal, anarco-queer, interseccionalidade, etc. Além disso, será disponibilizada uma Lista Solidária com informação sobre activistas que se encontram presxs actualmente, quer a nível nacional quer a nível internacional, e instruções sobre como lhes endereçar cartas de apoio.

(i) Condições de acessibilidade:
Em termos de acessibilidade a pessoas com diversidade funcional, convém referir que a saída mais próxima do metro Santa Apolónia dispõe de elevadores para a superfície. Da saída do metro até ao Gaia (Santa Apolónia > Rua do Tabaco > Rua dos Remédios > Rua da Regueira) a distância é de cerca de 600 metros (500m planos + 100m a subir), o acesso é feito pela estrada ou pelos passeios (em calçada com piso muito irregular), que apresentam pouca largura e uma inclinação acentuada.
Infelizmente, o espaço desta actividade é de acessibilidade reduzida: embora esteja situado num rés-do-chão, não tem rampa nem as casas de banho estão preparadas para pessoas com diversidade funcional, sendo a largura dos mesmos convencional e não existindo barra lateral de apoio nem uma largura suficiente das portas que permita a manobralidade de cadeiras de rodas, por exemplo.

Os vídeos serão exibidos na sua língua original (castelhano). Será disponibilizado in loco um texto de contextualização do colectivo “Jauría” (tradução do castelhano para a língua portuguesa).

Mais info:
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Lisboa acolhe concentração pela abolição dos matadouros em junho

O colectivo Rata Dentata assinala a 2ª edição da Marcha pela Abolição dos Matadouros com uma concentração que se realizará no dia 3 de junho de 2017, às 15h30, na Praça de Luís de Camões, em Lisboa. Esta iniciativa, que visa combater a violência especista, será acompanhada por várias actividades que decorrerão ao longo das próximas semanas em Braga, em Lisboa e no Porto.

As actividades têm início com a realização de acções de rua anti-especistas em Lisboa (dia 16, Restauradores, 19h30), no Porto (dia 17, Rua de Santa Catarina, 18h) e em Braga (dia 18, Avenida Central, 18h30), que incluem a distribuição de folhetos informativos, a projecção de vídeos e a exibição de cartazes e de fotografias com o objectivo de denunciar todas as formas de exploração dos chamados “animais de consumo”.

Em Lisboa, o colectCartaz-Print-Color (imagem).jpgivo realizará no dia 27 de maio, na Zona Franca, um jantar benefit vegano, uma projecção de curtas documentais sobre a repressão contra activistas anti-especistas no Estado Espanhol e a roda de conversa “(Anti)especismo, Estado e Repressão da Dissidência”. No início de junho, dia 2, o grupo de activistas organizará no GAIA um conjunto de actividades não-mistas, que incluirá um jantar benefit vegano, uma projecção de vídeos e uma conversa sobre as intersecções entre o transfeminismo e anti-especismo. Estão ainda agendados para o dia 24 de junho, no Disgraça, um jantar benefit vegano e o debate “Anti-especismo, Espaços Auto-gestionados e Alternativas de Consumo”, que será seguido de uma breve reflexão sobre a Concentração pela Abolição dos Matadouros.

Durante todas as acções previstas, estarão disponíveis zines, panfletos e outros materiais sobre (anti)especismo, carnismo, libertação animal, interseccionalidade, etc. Além disso, será disponibilizada uma Lista Solidária que compilará informação sobre activistas que se encontram presxs actualmente, quer a nível nacional quer a nível internacional, bem como apresentará instruções sobre como lhes endereçar cartas de apoio.

Mais info:
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Post #01

Rata DentataA Rata Dentata é um colectivo transfeminista, anti-especista, queer e libertário, cuja acção política interseccional visa contribuir para o fortalecimento do movimento autónomo em Portugal. Entre os seus principais objectivos, destacam-se os seguintes: a promoção da reflexão crítica e da discussão teórica a nível interno através de encontros trimestrais; a produção de materiais (e.g., zine, e-zine, folhetos, manifestos, etc.); a organização de acções de rua (espontâneas), grupos de leitura, debates, jornadas, festas, projecções, rodas-de-conversa, entre outros; o estabelecimento de alianças políticas; a ocupação dos movimentos sociais (institucionalistas); e acções de boicote e de disrupção em eventos institucionais, neoliberais, apropriacionistas, etc.

A Rata Dentata é um colectivo não-misto. Exclui homens cis e surge da necessidade de construirmos processos de libertação e emancipação que sejam agenciados pelxs próprixs mulheres cis e trans, pessoas queer e não-binárias, xs quais têm sido historicamente alvo da opressão cisheteropatriarcal. Pretende-se que este colectivo seja um safe space, um lugar onde xs oprimidxs possam criar as suas as narrativas, significados e contra-discursos, bem como partilhar as suas vivências sem serem confrontadxs com (micro-)agressões machistas/cissexistas/heterossexistas e tentativas de silenciamento/interrupção/monopolização/assimilação.

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